Arquivos mensais: Dezembro 2009

“Me encontra ou deixa eu te encontrar” na próxima década

Amanhã termina a primeira década do século XXI. E como sempre acaba rolando nos finais de ano, impossível não fazer umas reflexões e um balanço básico dos dias vividos e dos acontecimentos decorridos das nossas ações…

Bom, vamos ao meu: se eu abrisse a minha boca esse ano para reclamar de alguma coisa, o Papai Noel teria o direito de me repreender. A cada ano que passa fico melhor, mais feliz, mais presente, mais “gente” como nunca fui na minha vida. Em 365 dias consigo fazer mais coisas do que na época glacial da minha vida passada.

Excelente pra mim… é claro que na condição humana nem tudo é supra sumo e 100% , falta sempre um “plus”, porém olho para trás com muito orgulho das coisas que conquistei, resultados profissionais obtidos entre outros avanços significativos que me fazem olhar com um sorriso lindo de despedida para 2009! Fiz amigos maravilhosos, conheci pessoas pra lá de especiais e fui para lugares fantásticos.

Tenho aqui aguardado que, se o mundo for acabar mesmo em 2012, como os Maias previram, terei que correr para realizar alguns desejos pendentes da minha existência como ser humano.

Que tal iniciar a próxima década com algumas atitudes imperativas: ame, beije, namore, encontre, dance, trabalhe, conquiste, compre, olhe, pratique, compartilhe, sorria, abrace, diga, imagine, sonhe, coma, corra, nade, deseje…

E que essa chuva que cai incessantemente no Rio de Janeiro hoje (30/12/2009) lave TODA e qualquer sensação de frustação, cansaço, tristeza, dor, descuido, inveja, ciúme, ira, raiva e vingança.

Feliz 2010!!

Amor em Minúscula

Em 2007 comprei o livro Amor em Minúscula que me chamou a atenção unicamente pela sua capa que apresenta um gato de rabo em pé. Pois bem!! A sinopse me causou curiosidade pois dizia que um gato mudou a vida de uma pessoa.

Livro: Amor em Minúscula

Na época estava precisando ler algo diferente e despretencioso porque leio muita coisa técnica o que acaba me causando alguns transtornos pseudo-nerds (nada contra pessoal), então arrisquei! Comprei o livro do gato com o rabo em pé.

E nada piegas, conta a história de um professor solteirão, Samuel, com problemas de família e solitário. Quando o gato aparece, a vida do então personagem ganha sentindo nas pequenas coisas que a vida pode proporcionar desde que você esteja atento aos movimentos ao seu redor.

Com o livro descobri que você precisa sentir as “pequenas” mudanças… geralmente quanto não estamos bem conosco, precisamos sempre de uma mega transformação de vida para sentirmos o efeito da mudança e deixamos as pequenas passarem.

É realmente uma leitura interessante no aspecto de vida, trato com as pessoas e como podemos tornar a nossa estadia aqui na terra mais agradável.

500 dias com Ela, que pode ser com Ele também

Gente… o título adaptado acima pertence ao filme 500 dias com ela do diretor Marc Webb. Ele narra uma história interessante de duas pessoas que se conhecem e possuem expectativas diferentes na vida relacionadas com o amor (ah! sempre ele…)

Joseph Gordon-Levitt interpreta Tom, um menino simpático que acredita em amor à primeira vista (hein??) e Zooey Deschanel é Summer, a menina que desperta em Tom o “amor”. Como Summer possuiu experiências diferentes de Tom no quesito relacionamento, ambos buscam coisas diferentes.

A história é boa, a trilha sonora excelente e o jogo de passado e presente no filme é de uma delicadeza incrível! Apareci na sala de cinema com o intuito de fugir da minha realidade no momento: muito trabalho, vários aborrecimentos externos e alguns problemas de ordem pessoal.

Ando numa fase de “nossa, tudo faz sentido” se analisarmos com calma e notamos que as percepções, sensações e sentimentos quase sempre não mudam. As angústias e reclamações do cotidiano quase sempre são as mesmas, o que muda é a forma como lidamos com isso.

Vi tanta coisa que passei no filme… descobri que a dor de perder alguém especial é difícil para todos. Todos temos um refúgio, um lugar especial no mundo “pra chamar de meu” quando a coisa aperta e queremos ficar só.

E como sempre gostamos muito de proferir as palavras “nunca” e “sempre”, o filme mostra “que o pra sempre sempre acaba” e que “seja eterno enquanto dure”.

Fica aí a dica do belo filme e do Carpe Diem!

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