Não sei como surgiu o assunto. Estava entre amigos conversando e eis que surge a questão: “a vida é assim, hoje você está sentada conversando comigo, amanhã pode ser que não!”.
Pior que é verdade, não sabemos o dia de amanhã. Isso para mim ainda é um mistério!! Faço muitos planos futuros e, no final penso para que exatamente faço isso se não tenho a certeza do meu amanhã. Aí, penso: “poxa, como vou estabelecer objetivos na minha vida se não posso planejar o futuro? As ações que tomo hoje, teoricamente serão refletidas no meu futuro…”
Complexo! Então recebi de um desses amigos um filminho. Não sei se é verdade ou não, só o que sei é que acontece e ninguém está livre disso. Podemos dar o nome que quisermos para isso: fatalidade, destino, ato isolado, adversidades da vida… sei lá, o que importa é que ACONTECE.
Então porque ficar perdendo TEMPO em planejar as atitudes da vida como se elas fossem um plano de estratégias integradas e medidas por números, tabelas e relatórios? Não sei, sinceramente.
Eu já vivi assim, controloda, medindo cada passo e cada atitude… não digo que é ruim mais sem sombra de dúvidas não é o ideal, porque chega uma hora que tudo sai diferente do “planejado” e você não tem o menor (e nem maior) controle sobre isso.
Então, já tenho um tempinho no status de “solteira”. Participando dessa comunidade, consegui tirar algumas conclusões estranhas, engraçadas e inusitadas. E confesso minha supresa: descobri que a minha postura diante dos relacionamentos, está totalmente equivocada.
Nunca defendi a bandeira do feminismo exacerbado, aquele que, só porque a mulher hoje é independente em vários aspectos, ela pode simplesmente “arrassar” o homem, colocá-lo igual a capacho, entre outros absurdos. Então sempre agi como achava correto: é um ser humano como eu, dotado de sentimentos e que merece tanta consideração quanto eu. E tenho a seguinte recíproca: relacionamento é uma via de mão dupla, o fluxo tem que correr na mesma intensidade em ambas as faixas.
E para minha surpresa descobri!! Eureca!! Os homens nunca serão serem dominantes… eles são caçadores. E tem gente que fala que História não serve para nada!! A época dos Homens das Cavernas é o maior estudo do comportamento masculino, pois, em pleno século XXI, eles agem da mesma forma, a diferença está nos instrumentos de caça, que ficaram mais sofisticados. E quando você está sozinha, e sem a menor pretenção de “ter alguém” é melhor ainda. Por que? Conseguimos observar o comportamento, as atitudes, as conversas fiadas, as tentativas, as falhas e as grosserias.
Descobri que quanto maior a dificuldade mais inteligente a situação vai ficando, pois só os que são verdadeiros caçadores conseguem almejar o objetivo. O problema dessa aventura é quando nos deixamos ser caçadas.
Curioso isso… conheço várias pessoas que reclamam da falta de tempo: para ler, para estudar, para se divertir, fazer as coisas do dia-a-dia, enfim, uma série de pequenos afazeres que nos tomam TEMPO.
É estranho porque eu não tenho essa sensação de “falta de tempo”. O que tenho é a convicção de que o tempo passa muito rápido e não conseguimos aproveitá-lo em sua totalidade, ou porque não nos organizamos direito ou porque (acredito que seja meu caso) nos enchemos de obrigações que não damos conta de atender.
Ando nesse ritmo: sempre tenho muitas coisas para fazer, só que tenho priorizado o MEU TEMPO.
Resolvi escrever sobre isso porque hoje na parte da manhã entrei num Fotolog de uma amiga da pós que estava comentando em um post como é que ela não conseguia fazer tantas coisas em comparação a outras conhecidas que possuíam mais obrigações ou algo do gênero. Acho que a tônica da situação está em o que se deve priorizar para que meu tempo seja proveitoso?
E você como aproveita seu tempo? Se é que você tem algum?
Para quem quiser ler sobre o assunto o blog “Mais Tempo” dá umas dicas boas.
“Intimidade é uma m***”, é o que diz o dito popular. Concordo. As pessoas tem uma mania de achar que só porque convivem com você tem o direito de tomar decisões por você.
E isso vai se tornando cada vez mais intenso conforme o nível de comprometimento que você tem com alguém. O seu poder de decisão já era… deixe que as pessoas à sua volta decida por você!!! Simples, fácil e rápido.
Aplicando isso ao nosso cotidiano, podemos criar um perfil de “gosto, não gosto, tolero e odeio” e vamos carimbando os acontecimentos. Depois enviamos para alguém processar e pronto! Seu perfil já está selecionado e adaptado.
Francamente, por que que eu não posso decidir por mim mesma? Sempre tomei as minhas e dificilmente me arrependo das quais tomei.
A língua coça e se bobear chega no nível cinco do “Créu”. Quem nunca ouviu a frase “você não comenta com ninguém não, por favor” ou “morre aqui” e por aí vai.
A maioria do conteúdo dessas mensagens, é de alguém que, em determinado momento, resolveu confiar em outrém e contar algo que imaginava que ninguém mais iria saber, ou então, tinha vontade de disseminar a notícia. Tem os dois lados claro, ou todo mundo sabe ou ninguém sabe. Confuso? Também acho.
Na prática isso fica mais ou menos assim. Queria conversar algo com uma pessoa da minha confiança só que a certeza de que esse alguém irá levar minha informação à outro é muito chato.
Aconteceu uma situação agora que gostaria muito de chegar para a pessoa e confessar que determinadas coisas devem ser resolvidas somente entre nós e mais ninguém.
Reunir um grupo de pessoas é uma tarefa árdua. E com a turma da pós não foi diferente. Minha turma é bem diversificada, tem de tudo: cozinheiro, blogueiro, jornalistas, publicitários, comediante… dá um mix legal de informações e experiências.
Como em toda turma, existe uma divisão de grupos com interesses afins, os mais visíveis são: Meninas Super Poderosas (Cris Dissat, Roberta, Camila, Ana Carolina e desculpe se esqueci de alguém) e a Diretoria (Carlos, Iônio, Daniel, Flávia, Eu, Gilvan e Bernardo).
Então a Diretoria convocou um encontro extra-classe e fora dos arredores do Plebeu (barzinho que costumamos frequentar após o início, meio e término de uma matéria, não necessariamente nessa mesma ordem). E como não podia faltar fomos experimentar os dotes culinários de nosso amigo Gilvan Nascimento que possui um blog dedicado a cozinha.
Só a Diretoria compareceu em peso e uma representante das Meninas Super Poderosas, a Cris Dissat. Foi muito bacana.
Faz tempo que não posto nada por aqui… tenho tentado me manter ocupada para não pensar em besteiras e seguir em frente.
Tem sido empolgante e ao mesmo tempo curioso a minha reação diante de alguns fatos. Estou me mantendo ocupada com um monte de coisas relevantes que preenchem bem meu tempo. E tenho tentado focar o tempo em mim: nos meu objetivos, na minha vida… enfim um comportamento altamente egoísta e de diálogo consante com o “alter-ego”.
Para variar ainda não sei se está funcionando, em determinados momentos acho que sim e em outros não. No final das contas, acho que nunca vou saber ao certo.
Vi esse pela primeira vez a muito tempo. Acho que foi em um dos eventos de publicidade que participei, talvez o Festival de Publicidade que tem todo ano. Ele foi desenvolvido pela DMM9, uma agência de publicidade.
Quando o vi, achei bacana. Mas de uns tempos para cá, ele adquiriu um sentido bem especial para mim e, no fundo, se analisarmos bem e colocarmos a mente para funcionar, percebemos que não conseguimos viver nossas vidas na plenitude.
Levamos nossas vidas de uma forma padronizada e quase sempre rotineira. Nos importamos com padrões impostos pela sociedade, com o que as pessoas irão pensar e esquecemos de viver a NOSSA vida.
Poucas pessoas conseguem essa proesa e quando assim agem, são rotuladas com um selo de “DIFERENÇA”, porque elas saem do padrão que adotamos para a vida em geral.
Hoje sei exatamente o tipo de caminho que quero seguir na minha vida. E você?
“Tudo aquilo que algum idiota diz ser urgente, é algo que algum imbecil não fez em tempo hábil e quer que você, o otário, se estrepe para fazer em tempo recorde.”
Essa frase de autoria de um amigo meu da Pós. Achei fantástica e acaba resumindo muito o que acontece em nosso dia-a-dia.
“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”