De repente… 2012

Cara quanto tempo! Minha última postagem aqui foi em 2010… muita coisa aconteceu nesse período! Muita mesmo… e como após os carnavais tudo começa, resolvi começar ou melhor re-começar as minhas postagens aqui.

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Essa semana é o início de uma contagem regressiva bem particular para mim: na próxima segunda, dia 12/03 irei realizar um grande sonho, de adolescente mesmo.

Errou feio quem pensa ou acha que é ir para a Disney… não irei falar que não tenho vontade ou curiosidade de conhecer o lugar, mais não está na minha lista de prioridades.

Ao invés de utilizar esse espaço somente para me “nortear” quando as coisas ficam difíceis quero usá-lo para divulgar meu trabalho e o conhecimento, trocar experiências e mostrar minhas vontades!

Até!

Concordo…

De boatos a internet está lotada… assim como as crianças que vivem pedindo esmolas nas ruas pedindo por um prato de comida, o mesmo comportamento se reflete na internet nos mil e-mails que recebemos durante o dia sobre correntes, doações disso, casos daqueles… porém esse que recebi de uma amiga (@izabellesouza, via twitter) foi de tamanha vontade minha que fosse verdadeiro.

Segundo o e-mail, o nosso atual Senador Cristóvam Buarque, em um debate proferido numa universidade americana, foi indagado por um jovem sobre a questão da Internacionalização da Amazônia. O mesmo solicitou ainda que a resposta deveria partir de um humanista e não de defesa com relação ao seu país. Se o discurso é verdadeiro ou não, não sei dizer, visto que o texto não saiu na mídia tradicional, sem grandes repercussões.

Imagina com todas as belíssimas previsões que temos para nosso país para esse ano, se mais essa postura fosse espalhada pelos nossos dirigentes, não só relacionado a Amazônia, mais em prol do crescimento de uma nação!!

Segue a resposta do Senador:

“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

“Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”

“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

“Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

Se essas foram suas palavras sinceras, parabéns senador!

“Me encontra ou deixa eu te encontrar” na próxima década

Amanhã termina a primeira década do século XXI. E como sempre acaba rolando nos finais de ano, impossível não fazer umas reflexões e um balanço básico dos dias vividos e dos acontecimentos decorridos das nossas ações…

Bom, vamos ao meu: se eu abrisse a minha boca esse ano para reclamar de alguma coisa, o Papai Noel teria o direito de me repreender. A cada ano que passa fico melhor, mais feliz, mais presente, mais “gente” como nunca fui na minha vida. Em 365 dias consigo fazer mais coisas do que na época glacial da minha vida passada.

Excelente pra mim… é claro que na condição humana nem tudo é supra sumo e 100% , falta sempre um “plus”, porém olho para trás com muito orgulho das coisas que conquistei, resultados profissionais obtidos entre outros avanços significativos que me fazem olhar com um sorriso lindo de despedida para 2009! Fiz amigos maravilhosos, conheci pessoas pra lá de especiais e fui para lugares fantásticos.

Tenho aqui aguardado que, se o mundo for acabar mesmo em 2012, como os Maias previram, terei que correr para realizar alguns desejos pendentes da minha existência como ser humano.

Que tal iniciar a próxima década com algumas atitudes imperativas: ame, beije, namore, encontre, dance, trabalhe, conquiste, compre, olhe, pratique, compartilhe, sorria, abrace, diga, imagine, sonhe, coma, corra, nade, deseje…

E que essa chuva que cai incessantemente no Rio de Janeiro hoje (30/12/2009) lave TODA e qualquer sensação de frustação, cansaço, tristeza, dor, descuido, inveja, ciúme, ira, raiva e vingança.

Feliz 2010!!

Amor em Minúscula

Em 2007 comprei o livro Amor em Minúscula que me chamou a atenção unicamente pela sua capa que apresenta um gato de rabo em pé. Pois bem!! A sinopse me causou curiosidade pois dizia que um gato mudou a vida de uma pessoa.

Livro: Amor em Minúscula

Na época estava precisando ler algo diferente e despretencioso porque leio muita coisa técnica o que acaba me causando alguns transtornos pseudo-nerds (nada contra pessoal), então arrisquei! Comprei o livro do gato com o rabo em pé.

E nada piegas, conta a história de um professor solteirão, Samuel, com problemas de família e solitário. Quando o gato aparece, a vida do então personagem ganha sentindo nas pequenas coisas que a vida pode proporcionar desde que você esteja atento aos movimentos ao seu redor.

Com o livro descobri que você precisa sentir as “pequenas” mudanças… geralmente quanto não estamos bem conosco, precisamos sempre de uma mega transformação de vida para sentirmos o efeito da mudança e deixamos as pequenas passarem.

É realmente uma leitura interessante no aspecto de vida, trato com as pessoas e como podemos tornar a nossa estadia aqui na terra mais agradável.

500 dias com Ela, que pode ser com Ele também

Gente… o título adaptado acima pertence ao filme 500 dias com ela do diretor Marc Webb. Ele narra uma história interessante de duas pessoas que se conhecem e possuem expectativas diferentes na vida relacionadas com o amor (ah! sempre ele…)

Joseph Gordon-Levitt interpreta Tom, um menino simpático que acredita em amor à primeira vista (hein??) e Zooey Deschanel é Summer, a menina que desperta em Tom o “amor”. Como Summer possuiu experiências diferentes de Tom no quesito relacionamento, ambos buscam coisas diferentes.

A história é boa, a trilha sonora excelente e o jogo de passado e presente no filme é de uma delicadeza incrível! Apareci na sala de cinema com o intuito de fugir da minha realidade no momento: muito trabalho, vários aborrecimentos externos e alguns problemas de ordem pessoal.

Ando numa fase de “nossa, tudo faz sentido” se analisarmos com calma e notamos que as percepções, sensações e sentimentos quase sempre não mudam. As angústias e reclamações do cotidiano quase sempre são as mesmas, o que muda é a forma como lidamos com isso.

Vi tanta coisa que passei no filme… descobri que a dor de perder alguém especial é difícil para todos. Todos temos um refúgio, um lugar especial no mundo “pra chamar de meu” quando a coisa aperta e queremos ficar só.

E como sempre gostamos muito de proferir as palavras “nunca” e “sempre”, o filme mostra “que o pra sempre sempre acaba” e que “seja eterno enquanto dure”.

Fica aí a dica do belo filme e do Carpe Diem!

Tirinha: O pior aluno scuba do mundo

Como todos sabem a minha ficção por tirinhas, eis uma cheia de contexto que foi enviada pelo meu querido amigo Jomar.

Esse cara não é mergulhador Arraso!

Esse cara não é mergulhador Arraso!

Resumo da Vida em Cinco Garrafas

Recebi isso de um amigo totalmente convertido rsrsrs. Antes ele vivia nas sombras e agora é um típico corredor de rua que acorda às 5 da matina para praticar o esporte.

Antes era o contrário, ele chegava em casa as 5 para dormir o dia inteiro… é uma dessas pessoas que você precisa conhecer para conseguir tomar algumas atitudes diante de situações, digamos, um tanto inusitadas. O conheci, acredito, num momento errado meu e não dele. O bacana é que nosso “relacionamento” é algo do tipo “estou presente sempre mesmo longe”.

Acredito que se ele soubesse o quanto gosto dele, com certeza estaria mais pertinho. E nessas mensagens de “olá estou presente” recebi esse “resumo” de vida que achei muito interessante.

Em qual estáio você está?

Em qual estágio você está?

Algumas coisas possuem preço, outras possuem valor

Acho que o sentimento é o mesmo em todas as pessoas, da minha época, quando falamos de Michael Jackson. Ele fez parte de uma geração, acompanhei suas músicas e suas inovações tecnológicas em seus shows. Infelizmente não tive o privilégio de participar de nenhum :-(

E desde a notícia de sua morte, como era de se esperar devido à sua importância para o cenário musical, tudo respira em volta dele. Sua música a tempos não tocada nas rádios voltaram e ser “hits” e a sensação de nostalgia acompanha tudo isso.

Analisando a situação friamente, a verdade é que a tempos ninguém se importava mais com Michael, devido ao seu comportamento, muitas vezes, variando do estranho para o bizarro. Uma pena na minha concepção.

As denúncias que giraram em torno de seu nome, como casos de pedofilia jamais foram comprovados de fato. E aí você pensa, até que ponto essas acusações são verdadeiras?? Tratando-se de Michael qualquer coisa era motivo de muita repercussão não?

Infelizmente vivemos no MUNDO DAS VANTAGENS (cito aqui um artigo sensacional escrito por Leandro Ogalha) e prefiro, sinceramente, acreditar que Michael foi aquilo que eu sempre imaginei: uma super pessoa que apesar de todas as adversidades da vida conseguiu montar seu verdadeiro “NeverLand”.

Adeus Michael (1959-2009)

A desculpa é a mesma de sempre: falta de tempo

Eita corre-corre doido gente!! Porém não é desculpa para o completo abandono desse meu humilde espaço de desabafo, e, ciente disso vim aqui hoje, de uma forma totalmente despretenciosa, falar sobre nada de importante.

Tenho até algumas questões existenciais que andam me pertubando porém é torná-las públicas demais e posso ter “olheiros” aqui! rsrsrsr

Então nada me aborrece e nem me preocupa realmente nesse moento: a morte do Michael Jackson que foi um ícone da minha adolescência; as quedas dos Airbus(es) – pode parecer maldade da minha parte porém ainda bem que não irei à Europa – mesmo com viagem marcada para o mês que vem para o Chile com a gripe suína; quero que o Sr. Sarney suma do universo e que deixa por aqui a grana dos meus impostos, é ela que banca essa bagunça da família dele; que o meu amado Botafogo saia da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro; e que a mudança do meu trabalho seja totalmente sensacional.

Um pequeno hábito que anda consumindo o meu “pouco tempo”, a leitura, claro! A do momento, além dos livros técnicos: “O Crepúsculo” da autora Stephenie Meyer… totalmente envolvente e muito bem escrito, consegue manter o suspense dos personagens me obrigando a fechar o livro (mesmo sem vontade alguma) e ir dormir pensando no que está para acontecer. E olha que ganhei de presente de aniversário… em fevereiro!!

Aliás, deixa eu ir que está na hora da leitura!

Eu sou isso que você está vendo

Declaro sempre meu amor para as palavras escritas pela Clarice Lispector. E é muito engraçada nossa “relação”… sempre me deparo com seus pensamentos quando algo está flutuando dentro de mim.

Hoje não foi diferente então:

“…Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre….”
(Clarice Lispector)

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